Hoje,
Trago em meu corpo as marcas do meu tempo
Meu desespero, a vida no momento
A fossa, a fome, a flor, o fim do mundo.


Hoje,
Trago no olhar imagens distorcidas
Cores, viagens, mãos desconhecidas
Trazem a lua, a rua as minhas mãos.


Hoje,
As minhas mãos enfranquecidas e vazias
Procuram nuas pelas luas, pelas ruas
A solidão das noites frias sem você


Hoje,
Homens sem medo aportam no futuro
Eu tenho medo acordo e te procuro
Meu quarto escuro é inerte como a morte.


Hoje,
Homens de aço esperam da ciência
Eu desespero e abraço a tua ausência
Que é o que me resta vivo em minha sorte.


Oh, sorte
Eu não queria a juventude assim perdida
Eu não queria andar morrendo pela vida
Eu não queria amar assim como eu te amei.


Sorte,
Eu não queria a juventude assim perdida
Eu não queria andar morrendo pela vida
Eu não queria amar assim como eu te amei.

Composição: Colaboração e revisão: Gustavo Santos

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